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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Dica de site

Tem um site que eu gosto bastante que é o "Explore Canada like a local". Ele tem diversas dicas de turismo no Canadá. Lugar para comer, se divertir, arte, cultura e etc.  



É um guia do Canadá que vc pode ter no celular e com o GPS ele te indica tudo que está próximo e as distâncias. É uma mistura de Foursquare, com opinião de quem já frequentou os locais, fotos e dicas. No "Travel Lists" você pode ver as sugestões dos usuários e talvez ter ideias para a sua viagem. Além disso vc tem o mapa e telefone dos lugares. Achei o aplicativo bem útil e fácil de usar.


 

 
 


 

Bjos e abraços
Rafa

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A saga do visto Americano


Antes de imigrar decidi que deixaria para tirar o visto Americano no Canadá, afinal eu já havia lido relatos de brasileiros que conseguiram o visto de primeira e logo que chegaram ao país. Então lá fui eu, depois de 4 meses no Canadá dei entrada nos trâmites do visto que começa com o pagamento de uma taxa que te dava acesso ao site e o preenchimento dos formulários. Depois é preciso pagar a taxa do visto, fazer o agendamento pela internet e ir para a entrevista com todos os documentos possíveis e imagináveis.

No dia da entrevista eu estava tensa, (mas isso não é novidade, pq eu sempre estou tensa) mas vamos combinar que entrar no consulado Americano deixa qualquer pessoa tensa. Vc passa por revistas, raio x e lá dentro tem um monte de quadro nas paredes com a cara dos suspeitos ao atentado de 11 de setembro e valor de recompensa.

Em Toronto tudo acontece em uma sala, primeiro eles coletam as digitais e vc aguarda para a entrevista enquanto assiste o povo ter seus vistos negados, o que deixa mais apreenssivo ainda. Eu já estava fazendo cálculos de probabilidade e torcendo para não cair no guichê do cara que reprovava todo mundo. É, a sorte não estava ao meu lado, minha senha apareceu na TV e me direcionava para o guichê do “não”.

O oficial perguntou há quanto tempo eu estava no Canadá e o que queria fazer nos EUA, tbém perguntou onde eu me hospedaria e logo puxou uma pasta com uma maldita folha cor de rosa. Ele preencheu e disse: "Seu visto foi negado." Perguntei: "Pq?" E ele disse que eu não tinha família e nem raízes suficientes com o país. Tentei argumentar, em vão, mas perguntei quando eu poderia aplicar novamente e o oficial respondeu que daqui algunS anoS.

Coloquei o rabinho entre as pernas e fui para casa triste. Mais um não para a lista de "nãos" que tomamos quando chegamos ao Canadá.

O tempo passou e simplesmente desencanei dessa história de ir para os EUA. Não queria ter o trabalho de tentar tirar o visto novamente, mas enfim, com Seattle aqui ao lado e calhou do Valter ter sido convidado para um evento nas terras de Obama, então era a minha chance de tentar novamente.

Passado um ano resolvi arriscar, afinal muita água já passou embaixo desta ponte. O processo mudou bastante desde a primeira tentativa. Já não é necessário pagar a taxa para ter acesso ao site, basta pagar a taxa para o visto que pode ser feito on-line com pagamento no cartão de crédito. Fiz todo o preenchimento e as datas para entrevista estavam bem distantes, mas agendei uma data qualquer e a cada 2h eu entrava novamente no site para ver se tinham aberto mais horários e com isso consegui diminuir 2 dias, 5 dias, 1 semana e finalmente consegui a data e horário que eu queria.

Ao chegar para a entrevista tem uma fila para cada horário e uma pessoa que confirma o seu nome e agendamento antes de termos acesso ao prédio. A americana pegou meu passaporte, olhou a cidade de nascimento e falou: “Tenho uma amiga que chega amanhã. Ela vem da sua cidade!” E sorriu. Sorriu??? Sim, Rafaela, ela sorriu. Quase cai de costas, será que estou no lugar certo? De lá começa a revista e raio x, um official acompanha até uma recepcionista que sorridente te diz bom dia e pergunta qual seu tipo de visto. E nesta sala (sem nenhum quadro com terroristas e recompensas) esperei para tirar as impressões digitais, em seguida a senha aparece na TV e é preciso ir para outro andar. Um outro oficial acompanha até uma sala onde estão os guichês para as entrevistas. Não dá para saber o que está acontecendo, diferente de Toronto onde ouvia-se e via-se tudo, aqui é mais difícil.

Quando fui chamada eu não estava nervosa, o que foi bom, assim não falei demais, porém o mais importante é que não falei de menos. Falei o que precisava ser dito. O oficial me fez uma pergunta, respondi e comecei a mexer no meu envelope com documentos e falei para ele que tinha um documento para compravar o que eu havia dito e ele respondeu: “Não precisa, eu confio em vc.” COMO? CÊJURA? E desta vez, sem papel cor de rosa, fui embora com um “sim”, um sorriso no rosto e um visto válido por 10 anos.

Depois de toda esta saga ficam minhas dicas:

-       Se ainda está no Brasil, aproveite que tem emprego e uma poupança gorda para solicitar o visto por ai, certamente será mais fácil;

-     Se está no Canadá e é a primeira vez que solicita o visto americano, não se precipite, espere  “criar raízes” com o país (ter emprego ou estar matriculado na universidade ou college) para não ter que passar por esse estresse de ter o visto negado;

-       Renovação de visto, até onde eu sei, é bem mais tranquilo.


Passo a passo:

Entre no site do consulado Americano: http://canada.usvisa-info.com

Na barra a esquerda tem diversas informações e explicações que ajudam a tirar dúvidas.

No canto inferior direito vc clica para começar o processo.

Faz o pagamento da taxa no valor de $140, no meu caso foi na categoria Visitor Visa for business/pleasure (B1/B2)

Tire uma foto digital (respeitando as especifícações) e faça o download para o formulário. Na dúvida, leve uma foto impressa, do contrário tem uma máquina dentro do consulado e se sua foto for negada vc pode tirar outra na hora por $10 (leve uma nota de 10 dólares para facilitar). No meu caso apenas a digital foi suficiente.

Preencher o formulário DS-160. Ao terminar, imprima tudo e carregue com você.

Se o visto for concedido você pode optar por buscar o passaporte na DHL ou que seja entregue em casa, mediante ao pagamento de uma taxa. Não me lembro o valor, mas algo em torno de $15. Recomendo a entrega em casa, a DHL fica bem for a de mão.

Não esqueça de levar o PR, tem que apresentá-lo.

Leve os documentos do marido / esposa / filhos. Ele me pediu o passaporte do Valter, mas eu não tinha levado, como ele “confiava em mim”, ainda bem que não teve problemas… rs

Leve carta dos empregadores (cargo e salário) ou da escola (carga horária e duração do curso).

Imprima a reserva do hotel que ficará hospedado, as entradas para o evento ou qualquer coisa que vc vá fazer lá.

Qualquer documento que você considere importante, leve. Melhor sobrar do que faltar.

Celulares podem ficar em um guarda-volumes.

Não leve bolsa grande, nenhum tipo de alimento, nenhum líquido… quanto menos coisas para serem revistadas, melhor.


Se faltou algo que não falei, pode perguntar! Vale lembrar que no consulado Americano cada um tem uma experiência diferente, esta foi a minha. Espero que seja útil para vcs. 

Bjos e abraços
Rafa

terça-feira, 7 de junho de 2011

Guia do Canadá

Ao procurar por destinos em BC encontrei um guia de viagem do Canadá, em português e atualizado. Tem várias informações bacanas e ajuda bastante.


http://www.personal.tur.br/wp-content/uploads/2011/04/Canada-Guide.pdf




Bjos e abraços
Rafa

quarta-feira, 1 de junho de 2011

10 free things to do in June in Vancouver

O site Inside Vancouuver divulgou uma lista com 10 coisas para fazer em Vancouver, de graça!! Só faltou a Festa Junina... rs. 


Top 10 Free Things to Do in June in Vancouver
1. Hop between free festivals on June 5: Go wild at  Italian Day on Commercial Drive then head over to the green Love Vancouver, Love Your Planet fest at the Olympic Village.
2. Get on your bike for June’s Bike Month / Velopalooza and do a community ride, share in a bike-month BBQ, see bike demos and more at this multi-event bike fest.
3. Let the kids run wild—and get wet—at a free water park: Granville Island Water Park & Variety Kids Water Park at Lumberman’s Arch in Stanley Park.
4. Watch the Dragon Boat races at the annual Rio Tinto Alcan Dragon Boat Festival on June 11 – 12, 2011.
5. See the rhododendrons in bloom at Stanley Park’s Ted & Mary Greig Rhododendron Garden.
6. Celebrate a car-free future at a Vancouver Car-free Community Festival on June 19, 2011.
7. Smell the fresh, local produce at a one of  Vancouver’s Best Farmers’ Markets.
8. Listen to the music at Gastown’s inaugural Fete de la Musique on June 21 and the free concerts during the 2011 Vancouver International Jazz Festival starting June 24.
9. Spend an evening at an Asian-style night market: Richmond’s Summer Night Market Vancouver Chinatown Night Market.
10. Dance in the street at Greek Day on Broadway on June 26, 2011.

domingo, 15 de maio de 2011

Victoria


# Update: O Blogger desapareceu com este post, mas consegui "salvá-lo" do limbo. Como tem algumas dicas interessantes, valia a pena postar novamente. Aproveito para agradecer os comentários!! 

No feriado da Páscoa fomos para Victoria, Vancouver Island. Para a nossa sorte foi um lindo final de semana de sol, uma pena que o Valter pegou uma gripe forte dois dias antes, mesmo assim a viagem foi excelente. Tirei muitas fotos, espero que vcs não se cansem.

Para chegar até Victoria é preciso pegar o BC Ferry (caso vc vá de transporte terrestre, óbvio). Fiquei surpresa com o tal transporte. Tem uma infraestrutura espetacular, internet, restaurante, cadeiras confortáveis, uma "sala vip", banheiros limpos, espaço para crianças. Um verdadeiro navio! Para quem estava acostumada com a travessia São Sebastião - Ilhabela, fiquei impressionada. 












A cidade é linda, parece Europa. A arquitetura, restaurantes e ruas do centro dão a sensação de estar em outro país. Dá para conhecer quase tudo a pé, a cidade é pequena, mas cheia de charme. 




Caminhamos beirando o mar, lá os prédios são modernos, como se fossem casas de praia de um condomínio de luxo. As ruas que dão acesso ao centro tem muitas casas, quintais cheios de tulipas, som dos pássaros e a tranqüilidade de uma cidadezinha o interior.




Ficamos hospedados no Fairmont The Empress, famoso pelo seu Afternoon Tea, digno de uma rainha. Aliás, não é famoso apenas por isso, o hotel foi construído entre 1904 e 1908 e é praticamente um castelo. Os móveis antigos, carpetes, lustres e os papéis de parede te remetem ao século passado, com muito luxo e requinte. Não pense que vc vai sentir cheiro de mofo! É a segunda vez que nos hospedamos nesta rede de hotéis e recomendamos.


De qualquer forma, o www.booking.com é a melhor opção para encontrar qualquer tipo de hospedagem. Tem apartamentos com cozinha, outros com varanda, piscina, para grupos... tudo depende do que vc quiser, mas a minha recomendação é ficar o mais próximo possível de downtown, caso vc não esteja de carro. Afinal, carregar malas pra cima e pra baixo não é legal.

O The Empress fica de frente para o Harbour, de lá vc consegue registrar o pôr-do-sol e ficar horas e horas observando as pessoas, a aterrissagem do seaplane, os barcos e as charretes... 







O parlamento é outro lugar lindo. Durante a noite ele fica completamente iluminado e é ponto turístico obrigatório tanto durante o dia quanto a noite. 





Em Victoria está localizada a Chinatown mais antiga do Canadá e a segunda da América do Norte.



Por indicação da recepcionista do hotel fomos provar o Fish and Chips no Fisherman’s Wharf. Fritura não é minha praia, mas provamos. O mais legal são as casas flutuantes. Cada uma com seu estilo, mas todas muito legais.


Fiz um vídeo com as lontras nadando tranquilamente e fazendo graça para quem estava olhando. Achei engraçada a conversa da crianças, mais ainda o "baleiês" ou "lontrês" que o garoto usava para se comunicar com o bicho. 


Não fomos ao The Butchart Gardens, vai ficar para a próxima visita, aliás várias coisas ficaram para a próxima vista, espero que seja em breve.

Vou dar algumas dicas de como chegar:

Transporte
Saindo de Vancouver existem várias opções:

Avião – Pela Air Canada tem vôos a partir de 64 dólares o trecho e a viagem leva cerca de 25 minutos. Do aeroporto de Victoria até downtown são 26km.

Carro – Pegar a BC 99 em direção a Tsawwassen, lá pegar o BC Ferry até Victoria.

Ônibus – Pacific Coach (Cross Water) no terminal de ônibus ou no aeroporto. Custa $87,50 ida e volta já com o valor da Ferry incluído.

Seaplane – Sai do Harbour Front e vai até o Harbour de Victoria (downtown), a viagem leva cerca de 30 minutos. Os preços variam, o valor normal da tarifa é de 142 dólares, porém eles fazem promoções com freqüência e esse valor pode chegar a 30 dólares por trecho.

Transporte público – SkyTrain para BridgePort. Pegar o ônibus 620 para Tsawwassen Ferry. Após o trajeto da Ferry, em Swartz Bay pegar um ônibus para Victoria downtown o número 70 (Express). Custo de +/- 20 dólares, mas a troca de ônibus e a espera podem tornar a viagem bem cansativa e longa.

Tabela de preços da Ferry:

Locais para visitar
Art Gallery of Greater Victoria
Beacon Hill Park
British Columbia Legislative Buildings 
Butchart Gardens
Centre of the Universe planetarium
CFB Esquimalt 
Chinatown
Crystal Gardens
Dominion Astrophysical Observatory
Emily Carr House
Fisgard Lighthouse
Government House
Maritime Museum of British Columbia
Market Square 
Pacific Undersea Gardens
Parliament of Victoria
Royal British Columbia Museum/IMAX National Geographic Theatre
Royal London Wax Museum
Shaw Ocean Discovery Centre
The gothic Christ Church Cathedral
The Empress Hotel
Victoria Bug Zoo
Victoria Butterfly Gardens
Victoria Police Department Station Museum

Vale lembrar que o Sandro, do blog Vivendo Nosso Sonho tem uma empresa especializada em turismo na região de BC a Golden Leaf Tours.

Não vejo a hora de voltar para Victoria para conhecer tudo o que faltou, desta vez sem gripe. Se alguém animar, é só convidar que a gente vai :)

As próximas visitas terão que deixar pelo menos um final de semana reservado para passear por Victoria, vale a pena! 

Para o próximo feriado (Victoria Day) tenho uma listinha de possíveis destinos, alguma recomendação? Alguém anima? 

Bjos e abraços
Rafa

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Livro

Aviso para quem está em Vancouver: começou ontem uma venda de livros na Vancouver Public Library. Os preços são entre $0.75 e $2.50. Vai até o dia 1 de maio.


Aproveitando o tema, nas últimas semanas o ritmo por aqui estava puxado e uma carga pesada de responsabilidades, unida a minha cobrança pessoal excessiva, não poderia ter um resultado diferente: o que deveria me fazer bem estava fazendo mal. Foi ai que resolvi que precisava encontrar uma distração para despressurizar, esvaziar a cabeça e parar de sonhar, ou melhor, ter pesadelos, com tarefas que tenho que concluir.

Conversei com a minha amiga Renata, especialista em “livros de menininhas”, para que ela me recomendasse uma leitura leve. Não, este não é o meu tipo de literatura preferida, mas achei que pudesse me distrair. E não é que deu certo?

Foi assim que li meu primeiro livro de menininha no iPad. Os intelectuais e conservadores de plantão que me desculpem, mas adorei a experiência, em ambos os sentidos. Gostei do livro, leitura fácil e as 600 páginas foram devoradas em menos de uma semana. Ler um ebook foi bem diferente, assim como o livro, posso carregá-lo para todos os lugares, com a diferença que não é apenas um livro, trocentos recursos estão disponíveis além do livro. O ponto negativo é que, assim como a tela de um computador, chega uma hora que os olhos cansam e é preciso parar.

Já usei o audiobook e achei muito bom (a biblioteca de Toronto libera o acesso pela internet, aqui em Vancouver também tem um acervo - tanto para audiobook qto para ebook). A vantagem é que consigo fazer outras coisas enquanto escuto, sem contar que treino o ouvido e a pronúncia de certas palavras.

Se alguém se interessar, o livro de menininha que eu li é Watermelon (Melancia), da Marian Keyes. Aproveitei o ritmo e coloquei outro na seqüência: Lucy Sullivan Is Getting Married (Casório), da mesma autora, mas preferi o anterior. Agora vou seguir o conselho do meu professor de cinema e vou começar a ler Among Others, do Jo Walton e depois mais um livro de menininha: Rachel’s Holiday (Férias).

Adoro dicas, quem se arrisca?

Bjos e abraços
Rafa

sábado, 19 de março de 2011

Snowshoeing


Em um dos nossos muitos passeios a Grouse Mountain decidimos fazer o tal snowshoeing. Basta alugar o snowshoe (que é um suporte com garras que vc ajusta ao seu calçado e com isso não afundamos na neve) e ter muita disposição.


Fomos a tarde, com a intenção de pegar o pôr do sol lá em cima, com isso não dava para enrolar muito na subida. E que subida!



Silêncio, os ursos estão dormindo

Chegou um momento que pensei que eu não fosse mais conseguir, eu sentia um calor lascado, já estava chupando gelo das árvores para ver se a temperatura do corpo baixava e as pernas diziam: “Isso sedentária, tá vendo o que dá fugir da academia?”



Quando eu já estava pronta para me jogar lá de cima e descer feito uma bola de neve, uma senhorinha que estava descendo perguntou se era a minha primeira vez. Respondi que sim, ela olhou no relógio e disse: “Levei 15 minutos para chegar lá em cima, vale a pena, siga as placas que vc vai ver do que estou falando.” Respirei fundo e lá fomos nós. Quando chegamos eu realmente entendi o que a senhorinha estava falando! A vista é inexplicável, é demais ver toda a cidade lá embaixo.



Na volta as descidas são perigosas e para cair é bem fácil. Então fiz algo que eu estava morrendo de vontade: sentei no chão, levantei os braços, escorreguei e gritei até onde dava. Foi muito, muito e muito divertido. Se eu soubesse que a descida seria tão gostosa eu jamais teria pensado em desistir.

Depois de brincar de escorregador, ainda arremessamos umas bolas gigantes de neve um contra o outro. Me senti nos desenhos do Chapolin e seus meteoritos, eram enormes e bastava encostar na cabeça que elas se desfaziam.

 
Na volta já estava escuro, cruzamos com um esquiador que passeia pela montanha de olho em algum perdido ou machucado. O cara é maluco, ele desce entre as árvores, ladeiras que eu não desceria nem brincando de escorregador. Engraçado que na subida vimos marcas na neve e o Valter perguntou se eu achava que eram marcas de esqui e eu, toda sabichona, disse: “É claro que não!” Pelo contrário, é claro que sim!

Depois deitamos no chão para descansar e ficamos olhando para Vancouver, lá embaixo, toda iluminada.

Esporte aprovado! Não há coxas que não ganhem músculos. A vista é um cartão postal! E a descida... ah, a descida...

Bjos e abraços
Rafa

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Usei, aprovei e recomendo


Os cupons de desconto disponíveis na internet são simplesmente tentadores. Descontos de 60% a 90%. Comecei a achar que era bom demais para ser verdade, mesmo assim resolvi pagar para ver. Estava angustiada com o meu cabelo, que cresce muito rápido e já estava quase a cintura. Vi o cupom de um salão em Yaletown que incluía cortar, secar e hidratar o cabelo.

Antes de comprar o cupom passei em frente ao salão para ver se eu ia com a cara dele. O lugar era super fofo, decidi arriscar. Levei uma revista com o corte que eu queria, mas confesso que o grande receio era pagar com desconto e ter um serviço pela metade. Engano o meu! Serviço de primeira e pagando 30% do valor + tax + tip.

Comprei o cupom do Groupon e recomendo! Basta se cadastrar e vocês receberão as ofertas diárias por e-mail. Baixei o aplicativo para o celular, assim quando for usar o desconto, basta apresentar o código de barras no celular ao invés de imprimir, sem contar que o aplicativo te avisa quando o cupom expira, histórico de compras e etc. 

Deixarei o link aqui ao lado, abaixo do título "descontos". Sempre que eu provar e aprovar alguma coisa vou adicionar o link aqui na lateral.

Bjos e abraços
Rafa