quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cinema



Eu e o Valter temos como hábito ir ao cinema toda semana, desde que nos conhecemos, costumamos priorizar esta rotina semanal. Alteramos compromissos, mas não abrimos mão de assistir um filme. 

Aqui em Vancouver vamos sempre ao Cineplex (Scotiabank Theatre Vancouver - Burrard St.) Este cinema segue a mesma linha do Cinemark, no Brasil (várias salas, som digital, etc). As terças têm desconto (custa $7,25 – já com tax) e com o Scene Card vc junta pontos que podem ser trocados por entradas ou combos de pipoca, além de dar 5% de desconto na compra de qualquer tipo de alimento. Como somos correntistas do Scotiabank ganhamos o cartão quando abrimos a conta, mas sei que não correntistas tbém podem usar este benefício (clique no link acima).

Neste cinema as sessões estão sempre cheias, mas é bem tranqüilo comprar os ingressos e pipoca, sem tumulto. Além da pipoca tem Burger King, Pizza Pizza, sorvete e café. São três andares, sendo o primeiro para compra de ingresso e os outros dois para as salas de cinema.

Tudo seria perfeito, senão por alguns motivos:

1 – Os assentos não são numerados
O que significa que sempre temos que chegar com 30 minutos de antecedência para pegar um bom lugar. Eis que quando as luzes se apagam sempre aparece um engraçadinho atrasado que diz: “Vc se importa de pular uma cadeira para o lado?” “Ah, tá. Não, senhor. Claro que me importo! Cheguei meia hora antes para pegar exatamente este lugar. Sinto muito, mas não vou mudar.” Juro, isso me irrita profundamente.

Não entendo como todo evento esportivo tem seus assentos marcados e o cinema não. Seria tão simples comprar o ingresso e ficar tranqüilo pq seu lugar está lá, independente do horário que você chegar.

Estou com os dedos cruzados, espero que alguém pense como eu e os cinemas passem a vender os ingressos para assentos marcados.

2 – Sujeira
Fico impressionada com a quantidade de lixo que as pessoas deixam na sala. O filme termina e as pessoas simplesmente levantam e saem, sem se importar com os sacos de pipoca, embalagem de lanches, copos de refrigerante. A equipe da limpeza fica em pé, na porta, com os sacos de lixo. Em vão, pois ninguém está nem ai para a sujeira. Acho mega porco e uma tremenda falta de educação. Mas enfim, fazemos nossa parte, o nosso lixo nós carregamos.

3 – Comida
Conforme comentei acima, além da pipoca, no cinema vende lanches e pizza. Aliás, nunca vi ninguém ser barrado por entrar com alimentos de fora e com isso, algumas muitas vezes a sala do cinema parece uma praça de alimentação. A mistura de cheios incomoda, hambúrguer de um lado, nachos do outro, pizza de peperone e a famosa pipoca. E viva a diversidade!! hehehe


No mais, existem histórias engraçadas e curiosas que só acontecem por aqui. Semana, estávamos sentados e as luzes apagadas. Passavam trailers, quando um mocinho tirou o laptop de dentro da mochila e ligou. O filme começou e aquela tela branca gigante acessa. Fiquei curiosa para saber que tanto ele queria com aquele computador em plena sessão de cinema. Será que ele ia jogar paciência, twittar ou ficar no facebook? Não sei, só sei que um funcionário do cinema foi até o fulano e pediu que ele desligasse para não atrapalhar as pessoas.

Outro caso inusitado aconteceu com a Márcia, minha amiga de Toronto, que foi ao cinema, feliz e contente, quando de repente uma chinesa abriu sua fedorenta marmita e começou a fazer sua refeição ali mesmo, sem se importar com quem estava por perto. O cheiro dominou a sala e o prazer de assistir ao filme acabou quando a tampa da marmita foi aberta.

Esta semana, entrei na sala sozinha enquanto o Valter foi ao toalete. Sentei na poltrona e quando olhei para o lado direito vi cerca de meia dúzia de pares de pés no encosto da cabeça da cadeira da frente, um par deles, ao lado da minha cabeça. Onde foi parar a educação das pessoas? Elas pensam que estão na casa delas? Conforme as pessoas chegavam os folgados retiravam os pés, como se fosse a coisa mais natural do planeta. 

Independente de tudo o que foi citado, não deixaremos de ir ao cinema toda a semana. Diferente do que muitos pensam, infelizmente o primeiro mundo não é perfeito, mas ainda assim, vale a pena estar aqui :)

E vc? Já passou por alguma situação esquisita no cinema? Adoro esquisitices.

Bjos e abraços
Rafa

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dilema cultural

No final da semana passada, um colega de trabalho do Valter foi pai pela segunda vez. Ele e a esposa são chineses, mas moram e Vancouver há muitos anos, por isso posso dizer que ele é um chinês bem ocidentalizado. Este colega, além de ser o par do Valter, é um amigo. As duas famílias já saíram para jantar juntos e a todo momento eles se mostram muito solícitos em nos ajudar e dar dicas que vão desde um restaurante até a compra de uma casa.

Quando soubemos do nascimento da mais nova integrante da família, o instinto brasileiro de ir ao hospital levar flores ou fazer uma visita na casa deles foi imediato, até que esbarramos em uma diferença cultural. Como amigo estava finalizando a reforma da casa, e faltava apenas a pintura, quando a criança nasceu então a mãe e a bebê passarão alguns dias na casa dos pais dele, chineses tradicionais, até que a reforma termine. 

No sábado, o Valter perguntou para uma colega do trabalho (canadense de família chinesa) como funcionavam estas visitas tanto no Canadá como na cultura chinesa. Ela disse que existem muitos chineses tradicionais, como os pais dele, e que não era conveniente ir até a casa para fazer visitas.

Um balde de água fria caiu sobre nossas cabeças. Pensei em diversas possibilidades de demonstrar nosso carinho, mas não cheguei a lugar nenhum. Será que na cultura chinesa é ofensivo enviar flores? Bombons são educados ou desrespeitosos? Dúvidas que talvez conseguiremos descobrir ao longo dos anos (já escrevi sobre uma diferença cultural chines neste post). Desta vez, o Valter fará a contribuição na vaquinha da empresa e comprarei uma roupinha para a bebezinha, que será entregue provavelmente daqui um mês, quando a mãe for até a empresa apresentar a pequena para os colegas do papai.

Uma curiosidade
No Brasil, quando um(a) colega de trabalho está esperando um bebê, a vaquinha ou os presentes são entregues quando a mãe sai de licença maternidade, certo? Até mesmo por que tem o chá de bebê. Aqui, pelo menos nas duas empresas que o Valter trabalha, nada é feito até que o bebê saia (com vida) de dentro da barriga da mãe. Estranhamos que ninguém havia comentado nada e ficamos com receio de que nada fosse feito, ai  descobrimos que só se fala na vaquinha depois que o bebê nasce. 

Acho meio estranho, se pensarmos de forma racional é coerente, mas enfim, prefiro pensar de maneira mais emocional.

Bjos e abraços
Rafa

terça-feira, 5 de abril de 2011

Queen Elizabeth Park

Aproveitamos um dia de sol e fomos ao Queen Elizabeth Park. O parque é bem bonito e tem uma ótima estrutura. É bem fácil de chegar, fica próximo a estação King Edward. Se não quiser caminhar da estação até lá, dá para pegar um ônibus e descer bem em frente ao parque. O parque tem campo de golfe, quadra de basquete, tênis e hóquei, área para piquenique e banheiros. Vale uma visita! 







Depois de passear pelo parque decidimos andar pelo bairro. As casas da região são um espetáculo. Paramos para olhar três sobrados lindos e recém construídos. Aproveitei para anotar o nome da construtora para matar a curiosidade sobre o valor dos imóveis. Quando olhei na internet quase caí de costas, imóvel em Vancouver é muito caro, beira o surreal se comparado a Toronto. Os sobrados charmosos custam a bagatela de 2 milhões. Que tal?

Como olhar não custa nada... continuamos olhando! ;) 

Bjos e abraços
Rafa

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Thank you!!


Oi, pessoal! 


Gostaria de agradecer TODAS as mensagens carinhosas que vcs deixaram aqui no blog. Fiquei mega feliz com todas as palavras e apoio! Que o segundo ano venha com força total, cheio de conquistas e aprendizado como o primeiro.

Muito obrigada! :) 

Bjos e abraços
Rafa

domingo, 27 de março de 2011

1 ano

Há um ano atrás chegávamos ao Canadá. Se de um lado tínhamos dúvidas e medos, do outro muita força de vontade e perseverança. E foi com esta vontade que superamos todas às vezes que nos disseram "não", com nossas conquistas perdemos o medo e ganhamos confiança.

Até agora, contabilizamos 8 meses morando em Toronto e 4 em Vancouver. O próximo destino? Só Deus sabe! 

Às nossas famílias e aos amigos, nossos sinceros agradecimentos pelo apoio e carinho. Aos blogueiros de plantão, obrigada por dividir suas experiências e acompanhar nossa trajetória.

O balanço deste primeiro ano é de muita garra e determinação. Não temos do que reclamar, temos muito que agradecer. Na pequena lista abaixo, cito algumas coisas que aprendi neste um ano de Canadá.

Em um ano de Canadá aprendi que...

- Um ano passa muito rápido e que ao mesmo tempo a impressão é que tantas coisas aconteceram que parece que estamos aqui há muito mais tempo;

- Comer donuts do Tim Hortons engorda e não adianta culpar a secadora de roupas;

- Não temos raízes e vamos onde o vento nos leva;

- Amizades se constroem aos poucos e com o tempo;

- É preciso ser tolerante e ter paciência;

- Que as meninas que usam botas até o joelho não são paquitas, na verdade estão se protegendo do frio;

- O inverno é mais divertido do que parece;

- Os dias de verão são maravilhosos;

- As folhas das árvores no outono são lindas de morrer;

- As tulipas da primavera alegram meu dia;

- As pessoas não te julgam pela sua conta bancária ou pela marca da sua roupa;

- Viver num país multicultural é um aprendizado diário;

- Existem canadenses que odeiam hóquei;

- As pessoas confiam nas outras, até que se prove o contrário;

- Saudade não passa, apenas aprendemos a lidar com ela;

- Não existe estação do ano para tomar sorvete;

- É preciso viver um dia de cada vez;

- Pessoas especiais cruzam nossos caminhos e nos fazem felizes;

- Um e-mail sem motivo, um sms de "Oi" ou um comentário no blog me deixam alegre;

- O canadense é um povo solidário;

- O Canadá é muito grande e que cada cidade tem sua beleza e particularidade, não deve-se julgar a parte todo e vice-versa;

- Tem empregadores que se aproveitam dos trabalhadores voluntários;

- Que o salmão do oceano pacífico é o melhor e mais saboroso que já provei;

- Se você quer alguma coisa, levante a bundinha da cadeira, pois nada cai do céu. 


Se eu pudesse mudar alguma coisa...

- Não teria trazido tantas roupas e calçados do Brasil, ou melhor, não teria trazido quase nada, deixaria este espaço para artigos pessoais e teria comprado tudo aqui.

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Para mim, o mais importante de tudo é a segurança que sinto em morar aqui. Hoje tenho mais medo de cruzar com um dinossauro atravessando a rua do que ser assaltada. E para mim, isso não tem preço.

Bjos e abraços
Rafa

quarta-feira, 23 de março de 2011

Vancouver leva mais uma

Segundo a pesquisa divulgada pela WWF-Canada, Vancouver se destaca em primeiro lugar no ranking das 10 cidades canadenses que mais combatem as mudanças climáticas. Vancouver é seguida por Toronto em segundo e o terceiro lugar ficou com Montreal.

O indicadores analisados foram: Redução da emissão de gases de efeito estufa; Energia renovável; Construções e meios de transporte "verdes".

A pontuação máxima é 10. Algumas cidades empataram. Abaixo segue o ranking:

1 - Vancouver: 8.1
2 - Toronto: 7.2
3 - Montreal: 6.2
4 - Victoria: 5.7
4 - Saskatoon: 5.7
6 - Edmonton: 5.5
6 - Hamilton: 5.5
8 - Halifax: 5.3
8 - Mississauga: 5.3
10 - Yellowknife: 5

A WWF-Canada nos convida para participar do Earth Hour, no próximo sábado, dia 26 de março. Basta deixar as luzes apagadas entre as 8:30 e 9:30 p.m.

Bjos e abraços
Rafa

segunda-feira, 21 de março de 2011

Stanley Park

Num domingo de sol resolvemos passear pelo Stanley Park. É comum no inverno, os dias mais bonitos serem os mais frios (na minha percepção) e neste dia não foi diferente, sem contar o ventinho que não deu trégua nem por um minuto.

Fomos até a Denman St e alugamos as bikes, os capacetes (é obrigatório o uso) e cadeados. Tem muitas lojas em toda a rua e os preços variam bastante. Se não me engano, pagamos 5 dólares a hora, mínimo de 2h e incluía capacete e cadeado.

Por conta do frio, pedalamos forte, para esquentar e para tentar sair da sombra o quanto antes, rs. Parávamos só quando tinha um solzinho, assim aproveitávamos para esquentar, mas o vento estava tão forte que dava na mesma. Faremos este passeio muitas outras vezes, com certeza, espero que na próxima oportunidade a temperatura esteja mais alta.

Já tínhamos ido ao Stanley Park de carro. Rodamos todo o parque, paramos para tirar fotos, mas passear de bicicleta é totalmente diferente. Fizemos a volta completa e a vista é espetacular. Fiquei impressionada com a infraestrutura do local. E eu que achava o High Park (Toronto), um parque “modelo”. Engano o meu! Sem desmerecer a beleza do High Park, que continua entre os lugares que eu mais gosto de Toronto, mas está longe de ser um Stanley Park.

O parque é gigante, cheio de árvores e o caminho de bicicleta/patins/caminhada/corrida é beirando a água. Tem praia, piscina, lago, parquinho, café e etc. É realmente sensacional, lindo! A visita é obrigatória.











Olhem o que o Wikipedia tem a dizer:
O Parque de Stanley ou, no inglês original, Stanley Park é um parque urbano de 404.9 hectares em Vancouver,Colúmbia Britânica, Canadá. É o maior parque urbano no Canadá e terceiro maior na América do Norte. O parque atrai cerca de oito milhões de visitantes cada ano, incluindo locais e turistas, que vem pelos seus atributos naturais entre outras coisas. Uma muralha marítima de 8.8 km rodeia o parque, que é usado 2.5 milhões de pedestres, ciclistas e patinadores-em-linha cada ano. Muito do parque permanece florestado com cerca de meio milhão de árvores que podem ter até 76 metros e centenas de anos de vida. Há cerca de 200 km de estradas e caminhos no parque, que são patrulhados pelo Departamento Policial de Vancouver. O Projeto para os Espaços Públicos declarou o Stanley Park como 16º melhor do mundo e o 6º melhor da América do Norte
Bjos e abraços
Rafa

domingo, 20 de março de 2011

É primavera

Oficialmente hoje, 20 de março, começa a primavera. Aqui desde lado do pacífico ela dá sinais de que chegou mesmo. O final de semana foi de céu azul e sol, sem contar que já dá para notar as flores brotando nas árvores.


Seja benvinda, Primavera!

Bjos e abraços
Rafa

sábado, 19 de março de 2011

Snowshoeing


Em um dos nossos muitos passeios a Grouse Mountain decidimos fazer o tal snowshoeing. Basta alugar o snowshoe (que é um suporte com garras que vc ajusta ao seu calçado e com isso não afundamos na neve) e ter muita disposição.


Fomos a tarde, com a intenção de pegar o pôr do sol lá em cima, com isso não dava para enrolar muito na subida. E que subida!



Silêncio, os ursos estão dormindo

Chegou um momento que pensei que eu não fosse mais conseguir, eu sentia um calor lascado, já estava chupando gelo das árvores para ver se a temperatura do corpo baixava e as pernas diziam: “Isso sedentária, tá vendo o que dá fugir da academia?”



Quando eu já estava pronta para me jogar lá de cima e descer feito uma bola de neve, uma senhorinha que estava descendo perguntou se era a minha primeira vez. Respondi que sim, ela olhou no relógio e disse: “Levei 15 minutos para chegar lá em cima, vale a pena, siga as placas que vc vai ver do que estou falando.” Respirei fundo e lá fomos nós. Quando chegamos eu realmente entendi o que a senhorinha estava falando! A vista é inexplicável, é demais ver toda a cidade lá embaixo.



Na volta as descidas são perigosas e para cair é bem fácil. Então fiz algo que eu estava morrendo de vontade: sentei no chão, levantei os braços, escorreguei e gritei até onde dava. Foi muito, muito e muito divertido. Se eu soubesse que a descida seria tão gostosa eu jamais teria pensado em desistir.

Depois de brincar de escorregador, ainda arremessamos umas bolas gigantes de neve um contra o outro. Me senti nos desenhos do Chapolin e seus meteoritos, eram enormes e bastava encostar na cabeça que elas se desfaziam.

 
Na volta já estava escuro, cruzamos com um esquiador que passeia pela montanha de olho em algum perdido ou machucado. O cara é maluco, ele desce entre as árvores, ladeiras que eu não desceria nem brincando de escorregador. Engraçado que na subida vimos marcas na neve e o Valter perguntou se eu achava que eram marcas de esqui e eu, toda sabichona, disse: “É claro que não!” Pelo contrário, é claro que sim!

Depois deitamos no chão para descansar e ficamos olhando para Vancouver, lá embaixo, toda iluminada.

Esporte aprovado! Não há coxas que não ganhem músculos. A vista é um cartão postal! E a descida... ah, a descida...

Bjos e abraços
Rafa

quinta-feira, 17 de março de 2011

Daylight Saving Time

Eu adoro o horário de verão, ou melhor, eu AMO!! É uma delícia ver o dia longo, parece que rende mais, dá tempo de fazer mil e uma coisas, me deixa muito animada e com isso quase não paro em casa. O detalhe é que muitas vezes me perco no horário e esqueço de jantar, vou dormir tarde pq fico meio sem noção da hora, mas com o passar do tempo me acostumo e não consigo ver inconveniente.

Aqui em BC os relógios foram ajustados as 2:00 a.m. no segundo domingo de março e termina no primeiro domingo de novembro. Não é o máximo? Para aqueles que não são fãs do horário de verão, deve ser sofrido passar 8 meses com o solzão até tarde. Sendo assim, nossa diferença com o Brasil (horário de Brasília) é de 4h.

Não vejo a hora da primavera chegar e encher essa cidade de tulipas. Sempre que comento que viemos de Toronto e estamos aqui há poucos meses as pessoas dizem: “Quando o tempo esquentar vc vai ver como esta cidade muda”. Confesso que estou ansiosa para tirar o “mofo” e ver um pouco mais de cor nesta cidade.

Esta foi uma semana nublada em chuvosa – em Vancouver? Mentira... Rs – mas eis que ontem o sol apareceu e ficou, ficou, ficou. A lua já estava pedindo licença e ele lá, firme e forte! Enquanto eu fotografava a lua o Valter disse: “Olha, um arco-íris.” Lá estava ele, lindo e colorido. Deixei o celular de lado e peguei a câmera. Deu tempo de registrar o arco-íris. Fazia tempo que eu não via um, fiquei feliz... dormi contente, acho que estava sentindo mais falta do sol do que eu imaginava.
 




Bjos e abraços
Rafa